Em meio a tantos recursos e tecnologias disponíveis, como saber qual utilizar? Desenvolver do zero algo que já existe é uma boa solução? Essas perguntas são da década passada! E ainda muitas pessoas estão focadas em stacks.

Atualmente o mercado não dá a mínima para qual a linguagem ou tecnologia, mas sim, em quanto tempo será a entrega de valor e qualidade. Todas as linguagens tem seus prós e contras e nesse instante outros aspectos emergiram.

Se em 2010 falávamos de uma era CLOUD, atualmente já falamos de DEVOPS, uma cultura/princípios sobre infraestrutura na nuvem.

Uma realidade em prática que garante uma entrega contínua e integrada por meio de softwares/plataformas que não existiam há uma década.

Projetos grandes estão sendo divididos em diversos projetos específicos (api, microserviços, etc) para continuar escalando. Novos conceitos estão sendo incorporados ao processo de desenvolvimento que interagem com o negócio como por exemplo o “DDD – Domain Drive Design”.

A infraestrutura mudou completamente com os serviços da AWS, Google Cloud ou AZURE, e as estratégias do Docker e Kubernetes revolucionaram a forma de trabalhar assim como o GIT, e o herói que usava FTP para fazer deploy vai desaparecer muito em breve.

O Frontend profissional, está sendo feito com 0% de PHP, JSF, .Net, Angular, linguagens renomadas e conhecidas. Agora, o front é um projeto aparte e estático feito com componentes em Reactjs, Vuejs ou qualquer outro melhor que venha a surgir. Estes componentes requerem um aprofundamento grande em linguagens como Java Script, a ponto de termos novas demandas para este profissional como a consumerização de Apis por meio de padrões como o JSON.

A Web é cruel porque se você não evoluir, aprender coisas novas rápido e as colocar em prática, certamente, não haverá espaço para você repetir o que já sabe, o que em qualquer outra profissão é sinônimo de expertise, na web é um risco de ficar para trás. Aqui vós fala um desses que ficou para trás e esta agora esforçando-se para atualizar-se.